Pular para o conteúdo principal

#CHARQUEADAS - VOZ ATIVA - ASSIM COMEÇOU


Em 1979, um conjunto composto por jovens estantes: Alemão, Laury, Alberto André, Beto, Nicão e Charlon (já falecido) tiveram o compromisso de representar a ESCOLA ESTADUAL ASSIS CHATEAUBRIAND na Expointer de Esteio. A partir daí, o grupo passou a se chamar "Volantins do Samba".

O interesse dos participantes do grupo pela música vinha desde os tempos da escola primária, sendo que o único movimento ligado à música, nesta época, eram as bandas colegiais.

Apesar da ausência de alguns instrumentos, o conjunto persistiu nos ensaios e, consequentemente, desenvolveu um amadurecimento e uma necessidade de trabalho próprio.

Surge então, a segunda fase: a criação do grupo "VOZ ATIVA", constituída por Alemão, Alberto André, Laury, Zé Ferraz, Antonio Carlos (Nico). 


Seguiu-se uma carreira com muitos "Shows" na capital e interior (bares "Água da Boca", "Vinha D"Alho", "Maragato", "Kolher D'Pau", "Café Recreio", etc, ) e festivais tendo o grupo conquistado o segundo lugar no festival de General Câmara.

Em 1982, criou-se o grupo teatral "Pingo de Gente", que teve uma repercussão muito grande, principalmente na participação no especial do "Fantástico", onde fizeram a cenografia para o "VOZ ATIVA".

Logo após, fez-se o lançamento do primeiro disco compacto do grupo, com o apoio da Prefeitura local, tendo como sucesso as músicas: "Voz Ativa", "Milonguim", "Talagaço de Cana", "Forró Estilizado" e "Campo Aberto".


Fontes
Monografia de Joana Olivia Fernandes & Magali Perez Lima
Grupo: Sou de Charqueadas - Facebook



Comentários

  1. Para colaborar com o texto, ainda participamos do 8°Musipuc no salão de atos da PUC em Porto Alegre. Festival revelador dos grandes músicos da cidade e do Estado do Rio Grande do Sul. I Passeio da bombacha no parque da harmonia e no 35° aniversário de 35 anos do 35 CTG também em Porto Alegre.
    Show de lançamento do compacto Voz Ativa no Água na Boca.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário. Agradecemos.

Postagens mais visitadas deste blog

MANOELA: O AMOR GAÚCHO DE GARIBALDI

HISTORIADORA ELMA SANT'ANA Manuela de Paula Ferreira, imagem do século XIX Em Camaquã, na Estância da Barra de Dona Antônia, irmã do General Bento Gonçalves, vivia Manoela com seus familiares. Vieram de Pelotas, que estava ocupada pelos imperiais.  Manoela se enamorou perdidamente por Garibaldi, mas ela era destinada a um filho do comandante Farroupilha. Entre Manoela e Giuseppe – que ela chamava de José – houve um castro romance. O próprio Garibaldi, em suas memorias, escreveu “uma delas, Manoela, dominava absolutamente a minha alma. Não deixei de amá-la, embora sem esperança, porque estava prometida a um filho do Presidente.  A Guerra dos Farrapos continua e uma nova missão – que o levaria até Anita, muda os planos do italiano e o amor pro Manoela. A ordem recebida por Garibaldi, chefe da Marinha Rio-Grandense, era difícil de ser cumprida: “Apoiar com seus lanchões as forças de David Canabarro incumbida de tomar Laguna, a fim de ali estabelecer um porto, h...

HISTÓRIA DA AÇOS FINOS PIRATINI

Leandra Carvalho de Souza Pietro Vinícius Borges Pereira Thaissa Lorrana Naatz de Souza 9C/2018 I-INTRODUÇÃO O trabalho resgata a história da empresa Aços Finos Piratini desde o início do ano de 1973 até nossos dias de 2018.O que Aços Finos Piratini faz: é uma usina siderúrgica voltada para atender principalmente à indústria automotiva. II-JUSTIFICATIVA É importante que a população de Charqueadas compreenda a importância econômica e social desta empresa para história deste município. O significado da construção de um bairro para que os funcionários, que vinham de outros lugares, morassem em Charqueadas. Bem como a construção de um ginásio de esportes e um clube. E até mesmo a ponte que dá acesso a cidade foi construída pela Aços Finos Piratini. São exemplos da relevância desta empresa para o município. III-PROBLEMA Investigar a História da Aços Finos Piratini de sua origem até os dias de hoje buscando fontes históricas diversas. Compreender como se desenv...

UMBU - A LENDA

Existe uma lei no Pampa: todo gaúcho que cruza com uma árvore de umbu sempre tira o chapéu e faz uma saudação. É um costume tão antigo, que muitos nem sabem o motivo da reverência. Os escravos apreciavam o umbu pelo seu tronco largo e pela sombra de suas folhas, onde podiam descansar após um duro dia de trabalho. Os jesuítas que aqui aportaram séculos atrás utilizavam a árvore como demarcador de terras, um símbolo do Novo Mundo, aparecendo em vários mapas de toda a região platina. E antes ainda de os padres sequer pensarem em vir para a América, nossos índios já tinham muitas histórias sobre a árvore.  Ao longo dos tempos, a gente do campo criou outras tantas histórias em que o umbu aparece como amigo, pousada, abrigo, protetor, salvador, refúgio. Para muitos, é a árvore simbolo do Rio Grande do Sul.  Só que a madeira do umbu não presta para nada. É frágil, mole, quebradiça, sem uso, se desmancha com a menor força. De tão fina e sem consistência, o f...