Pular para o conteúdo principal

HISTÓRIA DA AÇOS FINOS PIRATINI

Leandra Carvalho de Souza
Pietro Vinícius Borges Pereira
Thaissa Lorrana Naatz de Souza
9C/2018



I-INTRODUÇÃO
O trabalho resgata a história da empresa Aços Finos Piratini desde o início do ano de 1973 até nossos dias de 2018.O que Aços Finos Piratini faz: é uma usina siderúrgica voltada para atender principalmente à indústria automotiva.
II-JUSTIFICATIVA
É importante que a população de Charqueadas compreenda a importância econômica e social desta empresa para história deste município. O significado da construção de um bairro para que os funcionários, que vinham de outros lugares, morassem em Charqueadas. Bem como a construção de um ginásio de esportes e um clube. E até mesmo a ponte que dá acesso a cidade foi construída pela Aços Finos Piratini. São exemplos da relevância desta empresa para o município.



III-PROBLEMA
Investigar a História da Aços Finos Piratini de sua origem até os dias de hoje buscando fontes históricas diversas. Compreender como se desenvolveu está empresa no Município de Charqueadas, bem como sua importância econômica e social.
IV-OBJETIVOS
Resgatar a história, a memória e a importância econômica e social desta empresa o município de Charqueadas. Conhecer sobre a construção do bairro Aços Finos Piratini.


V- REFERÊNCIAL Aço finos- Mesmo sem percebermos, o aço inox está presente em nosso dia-a-dia diretamente, em forma de talheres, baixelas, ou indiretamente, na indústria automotiva, na indústria em geral (arquitetura, laticínios, bebidas, bens de capital, produção de açúcar, álcool, naval, papel, etc…


VI- METODOLOGIA
Realizaram uma pesquisa bibliográfica e documental buscando em livros, informativos e jornais locais. Realizaram entrevistas com atuais funcionários e ex-funcionários da empresa. É um trabalho de história oral e local. Trata-se também de uma pesquisa qualitativa pois buscaram explicar o porquê das coisas, exprimindo o que convém ser feito. Devemos valorizar a memória dos sujeitos históricos que constroem suas histórias diariamente, pois o ensino de História Local permite que possamos dar vozes àqueles autores que estiveram marginalizados pela História Oficial.

VII-RESULTADOS E DISCUSSÕES
Foram analisados 3 artigos do Informativo O Aço, um jornal da própria Aços Finos Piratini, que era distribuído aos seus funcionários. Também trabalhamos com entrevistas realizadas por alunos de História do professor José Edimilson Kober. Este presente grupo também realizou entrevistas.
Perceberam que a Aços Finos Piratini é e sempre foi uma empresa muito importante para a economia de nossa cidade, porém com seus pontos negativos, como acidentes que ocorreram com trabalhadores. A Aços Finos Piratini é uma empresa com baixos salários iniciais, com metas para que se elevem, tem um trabalho muito intenso e para alguns estressante.


VIII-CONCLUSÃO
O trabalho resgatou a história da empresa Aços Finos Piratini desde o início do ano de 1973 até nossos dias de 2018. As palavras chaves, para auxílio dos leitores entenderem melhor o vocabulário a ser usado.
O trabalho tem a função de lembrar aos charqueadenses no geral, pois moram na cidade e muitos não sabem a história da Aços Finos Piratini por isso nós nos disponibilizamos a tentar recuperar a antiga história da AFP hoje mais conhecida como Gerdau.
A partir de setembro está prevista a ampliação deste grupo que deverá contar com mais três integrantes. Isto tem por finalidade dar continuidade ao processo investigativo. A presente pesquisa deverá ser apresentada também aos alunos e professores da Escola Gabriela Mistral no projeto de intercâmbio Brasil X Chile, entre outubro e novembro de 2018.




IX- REFERÊNCIAS
KOBER, J. E. (14 de Dezembro de 2015). AS TREZE INDÚSTRIAS DE CHARQUE - ORIGEM DO MUNICÍPIO. Fonte: Histórias de Charqueadas: http://charqueadashistoria.blogspot.com.br/2015/08/as-treze-industrias-de-charque-origem.html
INFORMATIVO, O Aço. Aços Finos Piratini. Diversos.
PIRES, S. A. (1986). Monografia Charqueadas: sua origem, sua história, sua gente. Charqueadas: Folha Mineira.
PIRES, S. A. (2012). Histórias do Povo de Charqueadas. Charqueadas: Naibert.
VEIT, B. (2008). Por que Charqueadas? São Jerônimo.


Comentários

  1. Parabéns ao trabalho de resgate desta importante empresa, tanto para o Brasil e, especialmente, para o povo de Charqueadas. Meu padrasto trabalhou lá de 1972 a 1977. Passou um período inicial na Suécia para se instruir nos modos de produção que seriam adotados e cuja empresa/sede da tecnologia era a Bofors, situada em Karlskoga - Suécia.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário. Agradecemos.

Postagens mais visitadas deste blog

MANOELA: O AMOR GAÚCHO DE GARIBALDI

HISTORIADORA ELMA SANT'ANA Manuela de Paula Ferreira, imagem do século XIX Em Camaquã, na Estância da Barra de Dona Antônia, irmã do General Bento Gonçalves, vivia Manoela com seus familiares. Vieram de Pelotas, que estava ocupada pelos imperiais.  Manoela se enamorou perdidamente por Garibaldi, mas ela era destinada a um filho do comandante Farroupilha. Entre Manoela e Giuseppe – que ela chamava de José – houve um castro romance. O próprio Garibaldi, em suas memorias, escreveu “uma delas, Manoela, dominava absolutamente a minha alma. Não deixei de amá-la, embora sem esperança, porque estava prometida a um filho do Presidente.  A Guerra dos Farrapos continua e uma nova missão – que o levaria até Anita, muda os planos do italiano e o amor pro Manoela. A ordem recebida por Garibaldi, chefe da Marinha Rio-Grandense, era difícil de ser cumprida: “Apoiar com seus lanchões as forças de David Canabarro incumbida de tomar Laguna, a fim de ali estabelecer um porto, h...

UMBU - A LENDA

Existe uma lei no Pampa: todo gaúcho que cruza com uma árvore de umbu sempre tira o chapéu e faz uma saudação. É um costume tão antigo, que muitos nem sabem o motivo da reverência. Os escravos apreciavam o umbu pelo seu tronco largo e pela sombra de suas folhas, onde podiam descansar após um duro dia de trabalho. Os jesuítas que aqui aportaram séculos atrás utilizavam a árvore como demarcador de terras, um símbolo do Novo Mundo, aparecendo em vários mapas de toda a região platina. E antes ainda de os padres sequer pensarem em vir para a América, nossos índios já tinham muitas histórias sobre a árvore.  Ao longo dos tempos, a gente do campo criou outras tantas histórias em que o umbu aparece como amigo, pousada, abrigo, protetor, salvador, refúgio. Para muitos, é a árvore simbolo do Rio Grande do Sul.  Só que a madeira do umbu não presta para nada. É frágil, mole, quebradiça, sem uso, se desmancha com a menor força. De tão fina e sem consistência, o f...