Pular para o conteúdo principal

ESCOLA HENRI DUPLAN - AMO HISTÓRIA



Entrevista com a professora Maria Helena Machado


O Henri Duplan iniciou em 1938, no antigo clube Tabajara. Atualmente o clube serve como sede da Associação dos Funcionários da Elétrosul (Tractebel), um prédio de alvenaria, que funcionavam copas, salas de jogos, banheiros... 
O H. Duplan na época tinha grande importância para a comunidade por ser a única escola era muito conceituada, no próprio prédio passou a funcionar um ginásio estadual e um grupo escolar.

 A entrevistada  Maria Helena Machado como aluna começou a estudar no H. Duplan em 1950, e como professora passou a dar aulas em 1967, D. Maria Helena nos disse que como aluna foi muito bom estudar no H. Duplan, pois faziam apresentações, e ela cantava sempre na parte artística, aprendeu a jogar vôlei. Como professora era ótimo, pois, tinha um grupo de danças e ela dava educação física.

 Maria Helena nos contou que o fato mais marcante na época como professora foi ter feito o primeiro desfile em Charqueadas, antes da emancipação em 1968. Maria Helena nos disse que tinha conhecimento da casa dos professores, pois era uma casa de alvenaria perto da escola H.Duplan, onde nesta casa eram pagas mulheres para fazerem o serviço doméstico.


As ruas próximas da escola H. Duplan eram sem asfalto e sem calçadas. As famílias mais antigas da comunidade eram: Manoel João, Manuel Pinto,e Araújo. Dona Maria Helena Machado nos acrescentou que Charqueadas daquele tempo para cá evoluiu bastante, e que os jovens tenham orgulho da sua terra e que ajudem a melhorar a imagem da nossa cidade. 

Trabalho realizado pelas alunas Carolina e Milca. Turma:83/2008

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

MANOELA: O AMOR GAÚCHO DE GARIBALDI

HISTORIADORA ELMA SANT'ANA Manuela de Paula Ferreira, imagem do século XIX Em Camaquã, na Estância da Barra de Dona Antônia, irmã do General Bento Gonçalves, vivia Manoela com seus familiares. Vieram de Pelotas, que estava ocupada pelos imperiais.  Manoela se enamorou perdidamente por Garibaldi, mas ela era destinada a um filho do comandante Farroupilha. Entre Manoela e Giuseppe – que ela chamava de José – houve um castro romance. O próprio Garibaldi, em suas memorias, escreveu “uma delas, Manoela, dominava absolutamente a minha alma. Não deixei de amá-la, embora sem esperança, porque estava prometida a um filho do Presidente.  A Guerra dos Farrapos continua e uma nova missão – que o levaria até Anita, muda os planos do italiano e o amor pro Manoela. A ordem recebida por Garibaldi, chefe da Marinha Rio-Grandense, era difícil de ser cumprida: “Apoiar com seus lanchões as forças de David Canabarro incumbida de tomar Laguna, a fim de ali estabelecer um porto, h...

HISTÓRIA DA AÇOS FINOS PIRATINI

Leandra Carvalho de Souza Pietro Vinícius Borges Pereira Thaissa Lorrana Naatz de Souza 9C/2018 I-INTRODUÇÃO O trabalho resgata a história da empresa Aços Finos Piratini desde o início do ano de 1973 até nossos dias de 2018.O que Aços Finos Piratini faz: é uma usina siderúrgica voltada para atender principalmente à indústria automotiva. II-JUSTIFICATIVA É importante que a população de Charqueadas compreenda a importância econômica e social desta empresa para história deste município. O significado da construção de um bairro para que os funcionários, que vinham de outros lugares, morassem em Charqueadas. Bem como a construção de um ginásio de esportes e um clube. E até mesmo a ponte que dá acesso a cidade foi construída pela Aços Finos Piratini. São exemplos da relevância desta empresa para o município. III-PROBLEMA Investigar a História da Aços Finos Piratini de sua origem até os dias de hoje buscando fontes históricas diversas. Compreender como se desenv...

UMBU - A LENDA

Existe uma lei no Pampa: todo gaúcho que cruza com uma árvore de umbu sempre tira o chapéu e faz uma saudação. É um costume tão antigo, que muitos nem sabem o motivo da reverência. Os escravos apreciavam o umbu pelo seu tronco largo e pela sombra de suas folhas, onde podiam descansar após um duro dia de trabalho. Os jesuítas que aqui aportaram séculos atrás utilizavam a árvore como demarcador de terras, um símbolo do Novo Mundo, aparecendo em vários mapas de toda a região platina. E antes ainda de os padres sequer pensarem em vir para a América, nossos índios já tinham muitas histórias sobre a árvore.  Ao longo dos tempos, a gente do campo criou outras tantas histórias em que o umbu aparece como amigo, pousada, abrigo, protetor, salvador, refúgio. Para muitos, é a árvore simbolo do Rio Grande do Sul.  Só que a madeira do umbu não presta para nada. É frágil, mole, quebradiça, sem uso, se desmancha com a menor força. De tão fina e sem consistência, o f...