Pular para o conteúdo principal

POÇO PRINCESA ISABEL - VISITA AO MUSEU




Visita ao museu do carvão em Arroio dos Ratos

Nossa saída de Charqueadas foi as 13:30, fizemos o trajeto pela BR 290 em direção a Arroio dos Ratos, cidade onde se localiza o museu do carvão. Fomos recepcionados por Alexsandro Witkowski, deu-se inicio então a visita, o primeiro lugar em que passamos foi o poço por onde desciam as gaiolas (elevador), neste ponto trocamos de guia, que passou a ser Aline Guerreiro.
Foi apresentada ao grande grupo a entrada das galerias, que já estão inundadas, onde nos foi permitido entrar até um certo ponto, dado como seguro. Logo vimos uma incógnita, algo que não se sabe ao certo a função, se é levar água aos trabalhadores ou aos animais, passamos pelas ruínas da usina termoelétrica (C.E.F.E.M.S.J.), entramos no prédio do museu, onde havia vários objetos da época, peças do antigo maquinário, fotos de ex-mineiros sem photoshop, pilão, carteiras de trabalho, vagonetas, e outros instrumentos da época que fizeram parte da história da mina. Saindo do museu passamos por vários pilares, que o guia afirma ser para lavar o carvão, algo bem estranho.


Saindo do prédio, avistamos distante, as ruínas da antiga casa de dinamites, passamos sobre um piso que continha trilhos, que não se sabe qual era a sua utilidade, hoje em dia é usado para acampamento de escoteiros, que segundo contaram levaram um susto muito grande no local, escoteiros medrosos!!! Visitamos o resfriador do carvão, que estava bem vandalizado com várias pichações, não tinha espaço para por os nosso nomes, fica para a próxima.
Visitamos a casa branca, claro que não era a dos estados unidos e o Obama não estava lá, era aonde eram armazenados e restaurados minuciosamente, por uma senhora que segundo o guia, gosta de uma conversa. Mas nem só de história foi a viajem, como bons Charqueadenses fomos à procura de um Macropan e enchemos a barriga até não poder mais.


Concluímos que com o passeio, ampliamos nosso conhecimento sobre o tema e nossa curiosidades só aumentaram.


NC1: Antônio, Roseli, Leonardo, Greicy, Gisseane, Silmara, Brenda, Jéssica Terezinha Souza da Conceição 







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

MANOELA: O AMOR GAÚCHO DE GARIBALDI

HISTORIADORA ELMA SANT'ANA Manuela de Paula Ferreira, imagem do século XIX Em Camaquã, na Estância da Barra de Dona Antônia, irmã do General Bento Gonçalves, vivia Manoela com seus familiares. Vieram de Pelotas, que estava ocupada pelos imperiais.  Manoela se enamorou perdidamente por Garibaldi, mas ela era destinada a um filho do comandante Farroupilha. Entre Manoela e Giuseppe – que ela chamava de José – houve um castro romance. O próprio Garibaldi, em suas memorias, escreveu “uma delas, Manoela, dominava absolutamente a minha alma. Não deixei de amá-la, embora sem esperança, porque estava prometida a um filho do Presidente.  A Guerra dos Farrapos continua e uma nova missão – que o levaria até Anita, muda os planos do italiano e o amor pro Manoela. A ordem recebida por Garibaldi, chefe da Marinha Rio-Grandense, era difícil de ser cumprida: “Apoiar com seus lanchões as forças de David Canabarro incumbida de tomar Laguna, a fim de ali estabelecer um porto, h...

HISTÓRIA DA AÇOS FINOS PIRATINI

Leandra Carvalho de Souza Pietro Vinícius Borges Pereira Thaissa Lorrana Naatz de Souza 9C/2018 I-INTRODUÇÃO O trabalho resgata a história da empresa Aços Finos Piratini desde o início do ano de 1973 até nossos dias de 2018.O que Aços Finos Piratini faz: é uma usina siderúrgica voltada para atender principalmente à indústria automotiva. II-JUSTIFICATIVA É importante que a população de Charqueadas compreenda a importância econômica e social desta empresa para história deste município. O significado da construção de um bairro para que os funcionários, que vinham de outros lugares, morassem em Charqueadas. Bem como a construção de um ginásio de esportes e um clube. E até mesmo a ponte que dá acesso a cidade foi construída pela Aços Finos Piratini. São exemplos da relevância desta empresa para o município. III-PROBLEMA Investigar a História da Aços Finos Piratini de sua origem até os dias de hoje buscando fontes históricas diversas. Compreender como se desenv...

UMBU - A LENDA

Existe uma lei no Pampa: todo gaúcho que cruza com uma árvore de umbu sempre tira o chapéu e faz uma saudação. É um costume tão antigo, que muitos nem sabem o motivo da reverência. Os escravos apreciavam o umbu pelo seu tronco largo e pela sombra de suas folhas, onde podiam descansar após um duro dia de trabalho. Os jesuítas que aqui aportaram séculos atrás utilizavam a árvore como demarcador de terras, um símbolo do Novo Mundo, aparecendo em vários mapas de toda a região platina. E antes ainda de os padres sequer pensarem em vir para a América, nossos índios já tinham muitas histórias sobre a árvore.  Ao longo dos tempos, a gente do campo criou outras tantas histórias em que o umbu aparece como amigo, pousada, abrigo, protetor, salvador, refúgio. Para muitos, é a árvore simbolo do Rio Grande do Sul.  Só que a madeira do umbu não presta para nada. É frágil, mole, quebradiça, sem uso, se desmancha com a menor força. De tão fina e sem consistência, o f...